O uniforme do Flamengo passou por algumas modificações desde a fundação do clube até os dias de hoje.
A primeira delas ocorreu ainda na época em que apenas o remo era praticando: Inicialmente com as cores azul e ouro, foi logo substituído pelo vermelho e preto, devido à dificuldade de se conseguir tecido nas cores iniciais – importadas da Inglaterra – aliada à facilidade em desbotar com o sol e a salinidade da água do mar.
Com o surgimento do futebol em 1912, cada seção do clube possuía seu uniforme, por exigência clara dos atletas do Remo que ainda tinham certa resistência a pratica do futebol. Portanto, o uniforme oficial – o tradicional vermelho e preto em listras horizontais – era utilizado pelos atletas do remo e o futebol utilizou o uniforme que ficou conhecido como “papagaio de vintém”. Com quatro quadrados grandes e alternados (dois pretos e dois vermelhos), lembravam bastante as pipas vendidas nos bazares àquela época. Esse uniforme foi utilizado desde a estreia, na vitória do Flamengo sobre o Mangueira por 16 x 2, até a vitória contra o América, em 15 de novembro de 1913, por 1x0. A “Papagaio de Vintém” foi relançada em 1995 para homenagear o centenário do clube, porém foi utilizada somente utilizadas em alguns amistosos.
partir do final de 1913, o futebol do Flamengo passou a utilizar um novo uniforme: camisa listrada, nas cores preto e vermelho, com frisos brancos entre as listras. Foi apelidada de “Cobra Coral”, por lembrar o animal de peçonha. Por questão de conveniência, no entanto, acabou sendo necessário substituí-la. Àquela época, o mundo sofria com sua primeira guerra mundial e as cores da camisa eram iguais às da Alemanha, adversária no confronto. Então, em 28 de maio de 1916, a “Cobra Coral” teve seu epitáfio, na derrota para o Bangu por 3x2.
Em 1916, finalmente, os atletas do remo autorizam a utilização do uniforme oficial do clube. Passaria a ter listras horizontais alternadas, sempre em vermelho e preto, além das letras CRF, abreviação de Clube de Regatas do Flamengo, no alto, no coração. O primeiro modelo da camisa rubro-negra foi criado em 4 de junho de 1916 e durou até 1º de abril de 1984. Ao logo de todo aquele período, as variações foram a espessura das listras e a inclusão das três estrelas verticais ao lado do CRF, adotadas no segundo semestre de 1980, em referência aos três tricampeonatos estaduais (42-43-44/53-54-55/78-79-79e) até então conquistados pelo clube.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
O HEXACAMPEONATO
Hexacampeonato
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1980 - O primeiro Brasileiro
Em 1980, teve início uma reformulação no calendário do futebol brasileiro, promovida pelo então recém-empossada nova gestão da CBF, comandada por Giulite Coutinho. A mudança levou o Campeonato Brasileiro para o primeiro semestre, começando pouco depois da final da edição de 1979, vencida de forma invicta pelo Internacional de Porto Alegre.
Na competição de 1979, o Flamengo acabaria eliminado pelo Palmeiras. Sema ...
1982: Campeão Carioca, Sul-Americano, Mundial... e Brasileiro
Trinta e oito dias depois de conquistar o Mundial Interclubes em Tóquio, o Flamengo voltava a campo. Era o começo do Campeonato Brasileiro. O elenco tinha poucas diferenças., com exceção da saída de Baroninho e da chegada dos jovens atacantes Popéia e Reinaldo. O treinador Carpegiani mantinha a escalação-base com Raul, Leandro, Marinho, Mozer e Júnior, Andrade, Adílio e Zico, Tita, Nunes e Lico. Havia bastante espaço para alguns reservas, como o ótimo volante Vítor, espécie de décimo-segundo jogador que inclusive era convocado frequentemente para a Seleção Brasileira, e o seguro zagueiro Figueiredo, capaz de substituir os dois titulares à altura.
A CBF mantinha a fórmula básica de disputa do Brasileiro, com 40 times na Primeira Fase, agora separados em oito grupos de cinco. Os três primeiros de cada grupo, mais quatro repescados, juntavam-se a quatro equipes oriundas da Taça de Prata (espécie de Segunda ...
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1983: Tri Brasileiro, com a Marca do Capitão
Terceiro em quatro anos
* Por Adriano Melo, para o site oficial do FlamengoO frustrante final da temporada anterior (perda da Libertadores e do Estadual) anunciava a necessidade de se arejar o elenco flamengo. Um processo de desgaste entre alguns jogadores e o treinador Carpegiani havia se iniciado. Outros atletas já não contavam com o apoio da torcida. Assim, a diretoria resolveu emprestar Tita ao Grêmio, obtendo em troca o atacante Baltazar. O artilheiro Nunes, muito desgastado no final do a ...
1987: Confusão e Tetracampeonato – O Retorno Triunfal do Galinho
Após o confuso Brasileiro de 1986, que após várias ameaças de paralisação somente seria encerrado no ano seguinte, a CBF assume não ter recursos para organizar o Campeonato de 1987, o que gera uma mobilização dos principais clubes do país, que criam o Clube dos 13, entidade que se propõe a organizar uma competição mais enxuta, envolvendo apenas dezesseis equipes (os treze mais Santa Cruz, Goiás e Coritiba, convidados). A CBF, sem alternativas, cede e permite a realização do campeonato, denominado Copa União. No entanto, com o sucesso do torneio, patrocinado por gigantes como a Rede Globo e a Coca-Cola, a CBF volta atrás e resolve organizar um campeonato com as equipes excluídas da Copa União, e tenta impor, com a competição já em andamento, um cruzamento entre as equipes do torneio do Clube dos 13 (denominado Módulo Verde) com os times do seu campeonato (denominado Módulo Amarelo). A entidade dos clubes se rec ...
1992: o Maestro Júnior rege a conquista do Pentacampeonato
Embalado pela conquista do Estadual, no final do ano anterior, o Flamengo iniciou 1992 com muita confiança, especialmente após a confirmação de que seu ídolo maior, o craque Júnior, continuaria jogando, deixando de lado, por enquanto, a idéia de encerrar a carreira. Assim, o Maestro seguiria, no alto de seus 38 anos, regendo a orquestra de garotos afinada pelo treinador Carlinhos.
A base da equipe era formada pelos garotos campeões da Copa SP em 1990, jogadores como Marcelinho, Djalminha, Marquinhos, Nélio, Paulo Nunes, Fabinho, Júnior Baiano e Piá, que conviviam muito bem com jogadores mais experimentados, como o goleiro Gilmar, o zagueiro Wilson Gotardo, os volantes Uidemar e Charles Guerreiro e o sempre letal atacante Gaúcho. Carlinhos soube mesclar esse grupo de jogadores, montando uma equipe forte e competitiva. Para compor o elenco, chegavam o atacante Toto, artilheiro no Sul do País, e o meia Júlio Cés ...
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A conquista do hexa
O Flamengo inicia a disputa do Brasileiro empolgado com a conquista do tricampeonato estadual e a classificação às Quartas-de-Final da Copa do Brasil, após golear o Fortaleza (3-0) em pleno Castelão. Mas a Nação rubro-negra anda eufórica por outro motivo: a contratação do Imperador Adriano, que, deprimido, abandona a Internazionale e vem buscar refúgio em seu antigo lar. ...
O MUNDIAL
O Flamengo foi o primeiro clube brasileiro a vencer o Mundial de Clubes no Japão. Acompanhe a história dessa conquista, a mais expressiva da história rubro-negra, na crônica do colaborador Mauricio Neves.
Domingo, 6 de dezembro de 1981. A noite caía no Maracanã e o time do Flamengo havia acabado de conquistar o campeonato estadual. Ao apito final do árbitro Alvimar Gaspar dos Reis, Jorge Curi ressaltou o tempo de recuperação e passou a palavra para os repórteres Kleber Leite e Loureiro Neto: - Quarenta e nove, quatro minutos, todo mundo flamengando, Kleber e Loureiro? Já dentro do campo de jogo, Kleber Leite responde e passa a palavra a Zico: - Tá flamengando e Zico é campeão... O camisa 10 da Gávea, ainda ofegante, resumiu o sentimento de todos os flamengos do mundo: - É, só dá Mengão, realmente, é uma equipe que merece, com toda a justiça porque se teve uma equipe que mereceu durante toda a temporada foi o Flamengo. A torcida começou a gritar o nome de Coutinho, falecido dez dias antes. Júnior amarrou a sua camisa no braço, e dizia que aquela camisa seria do filho de Coutinho. Zico organizou a volta olímpica, com Nunes ajudando a carregar a taça, e aos poucos os gritos que saudavam Coutinho e comemoravam o título foram se transformando em uma oração que fizeram de cem mil vozes uma só voz: - Mengão, Mengão, Mengão, só falta o Japão! Mengão, Mengão, Mengão, só falta o Japão! Mengão, Mengão, Mengão, só falta o Japão!
O jogo acabou. O choro emocionado do supervisor Domingos Bosco contrastava com o sorriso tranqüilo dos jogadores. A torcida com muitos japoneses aplaudia os artistas do espetáculo como se estivesse em um teatro. Então os jogadores perceberam que a missão ainda não estava cumprida. Se não faltava mais o Japão, se não faltava provar mais nada a ninguém, faltava voltar ao Brasil, para fazer o melhor time do mundo cair nos braços da melhor e maior torcida do mundo.
foi uma final emocionante.flamengo 3 ,liverpool 1 .
Domingo, 6 de dezembro de 1981. A noite caía no Maracanã e o time do Flamengo havia acabado de conquistar o campeonato estadual. Ao apito final do árbitro Alvimar Gaspar dos Reis, Jorge Curi ressaltou o tempo de recuperação e passou a palavra para os repórteres Kleber Leite e Loureiro Neto: - Quarenta e nove, quatro minutos, todo mundo flamengando, Kleber e Loureiro? Já dentro do campo de jogo, Kleber Leite responde e passa a palavra a Zico: - Tá flamengando e Zico é campeão... O camisa 10 da Gávea, ainda ofegante, resumiu o sentimento de todos os flamengos do mundo: - É, só dá Mengão, realmente, é uma equipe que merece, com toda a justiça porque se teve uma equipe que mereceu durante toda a temporada foi o Flamengo. A torcida começou a gritar o nome de Coutinho, falecido dez dias antes. Júnior amarrou a sua camisa no braço, e dizia que aquela camisa seria do filho de Coutinho. Zico organizou a volta olímpica, com Nunes ajudando a carregar a taça, e aos poucos os gritos que saudavam Coutinho e comemoravam o título foram se transformando em uma oração que fizeram de cem mil vozes uma só voz: - Mengão, Mengão, Mengão, só falta o Japão! Mengão, Mengão, Mengão, só falta o Japão! Mengão, Mengão, Mengão, só falta o Japão!
O jogo acabou. O choro emocionado do supervisor Domingos Bosco contrastava com o sorriso tranqüilo dos jogadores. A torcida com muitos japoneses aplaudia os artistas do espetáculo como se estivesse em um teatro. Então os jogadores perceberam que a missão ainda não estava cumprida. Se não faltava mais o Japão, se não faltava provar mais nada a ninguém, faltava voltar ao Brasil, para fazer o melhor time do mundo cair nos braços da melhor e maior torcida do mundo.
foi uma final emocionante.flamengo 3 ,liverpool 1 .
O MARACANÃ
O Estádio do Maracanã que tem como nome oficial Estádio Jornalista Mário Filho, é um estádio de futebol localizado no Rio de Janeiro e inaugurado em 1950, sendo utilizado na Copa do Mundo daquele ano. Desde então o Maracanã foi palco de grandes momentos do futebol brasileiro e mundial, como o milésimo gol de Pelé, finais do Campeonato Brasileiro de Futebol, competições internacionais e partidas da Seleção Brasileira de Futebol. Porém, este estádio foi ganhando também um caráter multiusos ao receber outros eventos como shows e partidas de outros esportes, como o Vôlei. É um dos locais de competição dos Jogos Pan-Americanos de 2007, recebendo o futebol, e as cerimônias de abertura e encerramento. A capacidade atual do estádio é de 95.000 espectadores.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
ZICO
Arthur Antunes Coimbra (Rio de Janeiro, 3 de Março de 1953), mais conhecido como Zico, foi um dos maiores atacantes de futebol do Brasil. Se notabilizou mundialmente a partir da conquista da Taça Libertadores da América e do Campeonato Mundial de Clubes pela equipe carioca do Flamengo, bem como por suas participações pela seleção brasileira nas Copas de 1982 (Espanha) e 1986 (México). Atualmente é treinador do Fenerbahçe, da Turquia, e foi treinador da Seleção Japonesa de Futebol na Copa do Mundo da Alemanha em 2006.
. Mede 1,72 cm, e pesa 72 kg. péle não chega nem aos pes do nosso zico.
. Mede 1,72 cm, e pesa 72 kg. péle não chega nem aos pes do nosso zico.
PRINCIPAIS TITULOS
01 Mundial Interclubes
01 Taça Libertadores
01 Copa Mercosul
01 Copa Ouro Conmebol
06 Campeonatos Brasileiros
02 Copas do Brasil
01 Copa dos Campeões
01 Torneio RJ-SP
31 Campeonatos Estaduais
01 Taça Libertadores
01 Copa Mercosul
01 Copa Ouro Conmebol
06 Campeonatos Brasileiros
02 Copas do Brasil
01 Copa dos Campeões
01 Torneio RJ-SP
31 Campeonatos Estaduais
HINOS DO FLAMENGO
O HINO OFICIAL - FLAMENGO TUA GLÓRIA É LUTAR !!!
Autor : Paulo Magalhães
Flamengo, Flamengo,
Tua gloria é lutar,
Flamengo, Flamengo,
Campeão de terra e Mar (bis)
Saudemos todos,
Com muito ardor,
o pavilhão do nosso amor,
Preto e encarnado,
Idolatrado,
Dois mil campeões,
Do vencedor.
Flamengo, Flamengo,
Tua gloria é lutar,
Flamengo, Flamengo,
Campeão de terra e Mar
Lutemos sempre com valor infindo
Ardentemente com denodo e fé
Que o futuro ainda será
Mais lindo,
Que o teu presente,
Que tão lindo é,
Flamengo, Flamengo,
Tua gloria é lutar,
Flamengo, Flamengo,
Campeão de terra e Mar.
O HINO POPULAR - "UMA VEZ FLAMENGO, SEMPRE FLAMENGO !!! "
Autor: Lamartine Babo
Uma Vez Flamengo
Sempre Flamengo
Flamengo sempre eu hei de ser
É o meu maior prazer, vê-lo brilhar
Seja na terra, seja no mar
Vencer, vencer, vencer
Uma vez Flamengo,
Flamengo até morrer
Na regata ele me mata,
me maltrata,
me arrebata de emoção no coração
Consagrado no gramado
Sempre amado
Mais cotado nos Fla-Flus
É o ai Jesus
Eu teria um desgosto profundo
Se faltasse
O Flamengo no mundo
Ele vibra, ele é fibra, muita libra,
já pesou
Flamengo até morrer, eu sou.
Autor : Paulo Magalhães
Flamengo, Flamengo,
Tua gloria é lutar,
Flamengo, Flamengo,
Campeão de terra e Mar (bis)
Saudemos todos,
Com muito ardor,
o pavilhão do nosso amor,
Preto e encarnado,
Idolatrado,
Dois mil campeões,
Do vencedor.
Flamengo, Flamengo,
Tua gloria é lutar,
Flamengo, Flamengo,
Campeão de terra e Mar
Lutemos sempre com valor infindo
Ardentemente com denodo e fé
Que o futuro ainda será
Mais lindo,
Que o teu presente,
Que tão lindo é,
Flamengo, Flamengo,
Tua gloria é lutar,
Flamengo, Flamengo,
Campeão de terra e Mar.
O HINO POPULAR - "UMA VEZ FLAMENGO, SEMPRE FLAMENGO !!! "
Autor: Lamartine Babo
Uma Vez Flamengo
Sempre Flamengo
Flamengo sempre eu hei de ser
É o meu maior prazer, vê-lo brilhar
Seja na terra, seja no mar
Vencer, vencer, vencer
Uma vez Flamengo,
Flamengo até morrer
Na regata ele me mata,
me maltrata,
me arrebata de emoção no coração
Consagrado no gramado
Sempre amado
Mais cotado nos Fla-Flus
É o ai Jesus
Eu teria um desgosto profundo
Se faltasse
O Flamengo no mundo
Ele vibra, ele é fibra, muita libra,
já pesou
Flamengo até morrer, eu sou.
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